Terere Country e Cia: fortalecendo tradições e unindo costumes



Maryuska Pavão


Empreender nunca foi uma tarefa fácil. Com a globalização da economia, os desafios aumentaram. Criar uma marca e torná-la conhecida é um caminho ainda mais árduo. Conseguir se sobressair no mercado pode significar muito para quem alcança seus objetivos. Atingir o alvo exige preparo para vencer os desafios.


Apesar de ter apenas seis anos, a Terere Country e Cia já faz parte dos hábitos de consumo do luverdense. A loja é fruto do empreendedorismo do casal Nefheton Giombelli Mesquita e Ana Paula Dias Giombelli. Eles se conheceram em Lucas do Rio Verde. Nefheton nasceu em Rondonópolis e há 10 anos veio conhecer Lucas do Rio Verde, cidade cuja principal característica é dar oportunidades de crescimento àqueles que vêm buscar desenvolver com o município. Primeiro ele instalou uma tabacaria e wiskeria, uma novidade na época, pois os luverdenses não contavam com opções nestes dois segmentos comerciais. “Fiquei 4 anos com a loja, vendi decidi, juntamente com minha esposa, abrir essa loja country, que era um sonho que eu tinha”, explicou.


Assim como foi na tabacaria e wiskeria, a Terere Country e Cia é fruto de inovação e uma aposta ousada do casal. “Pesquisei sobre o segmento e vi que havia várias lojas de tereré e várias lojas country pelo Brasil. Então pensei, porque não juntar? Ai surgiu a Terere Country e Cia que reúne os dois públicos em uma só loja”, declarou o empresário, que fez o registro da marca Terere Country e Cia. “Começamos com a loja bem pequena, pois a visão era trabalhar com a linha completa de tereré e um pouco da parte de calçados, chapéus, sem a parte de vestuário, que não fazia ainda parte dos planos”, emendou Ana Paula.


Com o passar dos meses, o casal começou a ser cobrado pelos clientes para disponibilizar roupas country, oferecendo uma linha de vestuário completa, com botas, chapéus, cintos e roupas. O resultado é que o espaço onde a loja funcionava começou a ficar pequeno, levando Nefheton e Ana Paula e buscarem outro prédio. A Terere Country e Cia saiu de uma pequena sala de 40 m² para uma sala de cerca de 200 m². “É um ambiente maior, com mais comodidade e que permitiu ter uma loja mais completa, tanto no segmento country, quanto na parte do tereré”, ressalta a empresária.


Presentes e variedades

Com a variedade que a Terere Country e Cia oferece, é natural que ela seja procurada pelo consumidor luverdense. Nefheton assinala que passou a ser associada a presentes. Em festas de fim de ano é comum a procura pela loja para os presentes de amigo oculto, pois as opções de presentes são variadas em canivetes, facas, bonés, chapéus, camisetas, acessórios para tereré ou chimarrão, entre outros artigos. “A gente conseguiu fazer embalagens personalizadas para presentes, referencial, caixinhas personalizadas pra remeter a esse público”, explicou, acrescentando que a loja é procurada em datas especiais como dia dos pais, das mães, dos namorados e final de ano.



Entre as características da Terere Country e Cia está a de procurar oferecer produtos de qualidade, exclusivos e inovadores em Lucas do Rio Verde.


Diante dessa inovação, o empresário foi além, criando uma linha de camisas da marca Terere Country e Cia. “Ficamos por algum tempo procurando uma fábrica para fazer nossa marca de camisa com o alto padrão que a marca merece. Enfim, esse ano encontramos e tiramos o projeto do papel. E hoje já estamos com elas em nossa loja, um produto excelente, que nos agradou muito, e aos clientes, que já compraram também. Com isso, hoje é um produto totalmente exclusivo da nossa loja, onde os consumidores só irão encontrar as camisas em nossa loja física e em breve em nosso site, que já esta em construção, e nos próximos meses já estará rodando para todo Brasil”, adiantou.


Apesar dos avanços, o casal sabe que ainda há um longo caminho pela frente. Nefheton e Ana Paula seguem trabalhando firme para fazer a Terere Country e Cia acompanhar o desenvolvimento de Lucas do Rio Verde. “É uma cidade maravilhosa e privilegiada, que tem muito ainda a oferecer”, destaca Ana Paula. “Vamos continuar trabalhando, vencendo as barreiras, pois é bom e gratificante olhar pra trás e ver o que conseguimos construir”, finaliza Nefheton.



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