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Ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, debate crédito rural durante evento em São Paulo

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  • 5 de mai.
  • 2 min de leitura

Primeira participação do ministro no Cosag reúne setor produtivo, bancos e governo para discutir financiamento e desafios do Plano Safra

Foto: Beatriz Batalha/MAPA
Foto: Beatriz Batalha/MAPA


O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, afirmou nesta segunda-feira (4), em São Paulo, que pretende manter uma interlocução próxima com o setor produtivo e levar as demandas do agronegócio ao governo federal. A declaração ocorre em meio a preocupações do setor com crédito rural e regras ambientais.


A fala foi feita durante reunião do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O ministro participou do encontro ao lado de sua equipe e foi recebido pela presidente do Cosag, a senadora Tereza Cristina.


Também estiveram presentes o secretário-executivo, Cleber Soares; o secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua; o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart; o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos; o secretário de Desenvolvimento Rural, Marcelo Fiadeiro; a assessora especial do Mapa, Sibelle Andrade; a chefe da Assessoria Especial de Comunicação Social, Carla Madeira; e a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá.


A reunião marcou a primeira participação de André de Paula no colegiado após assumir o ministério. Na ocasião, o ministro e seus auxiliares ouviram representantes de vários segmentos do agronegócio, inclusive de instituições financeiras ligadas à execução do Plano Safra, principal programa público de financiamento rural.


“Estar nesta reunião faz parte da estratégia de escuta adotada desde que cheguei ao ministério. Ouvi atentamente todas as intervenções e tenho dimensão dos desafios que teremos nos próximos meses”, afirmou.


Restrição de crédito a produtores monitorados pelo Prodes

Entre os temas discutidos, ganhou destaque a restrição de crédito a produtores monitorados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes). O sistema calcula a taxa anual de desmatamento por corte raso na Amazônia Legal e em outros biomas.


Representantes do setor alertaram que cerca de 28% dos produtores que já acessaram crédito podem ser afetados pela limitação. O problema atinge inclusive casos em que as pendências foram regularizadas, mas continuam registradas devido à metodologia anual de análise.


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Como possível alternativa, a Embrapa apresentou o projeto TerraClass, voltado ao mapeamento da cobertura e do uso da terra nos biomas brasileiros. Atualmente, a ferramenta abrange Amazônia e Cerrado, com previsão de expansão para todo o país.


Segundo o ministro, a presença da equipe técnica reforça o compromisso com o diálogo com o setor produtivo. Ele afirmou ainda que o governo está estruturando um Plano Safra robusto, embora as taxas de juros mais altas representem um desafio para o crédito rural.


O Cosag deve convidar representantes do Ministério da Fazenda para aprofundar a discussão em uma próxima reunião.


À tarde, o ministro e os secretários participaram de outro encontro, desta vez na Sociedade Rural Brasileira (SRB), também na capital paulista. 



  Fonte: Brasil 61

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