Ita Seguros: Quando confiança vira conexão e conexão vira negócio

Alguns negócios começam com uma necessidade. Outros, com uma indicação. No caso dos seguros, existe ainda um elemento que antecede os dois: confiança. Afinal, contratar uma proteção significa estabelecer um compromisso para o futuro, muitas vezes para situações que ninguém deseja vivenciar, mas para as quais é importante estar preparado. É nesse território que atua Luiz Felipe Sartoretto Dose, da Ita Seguros, empresa que representa no BNI Hangar na cadeira de seguros patrimoniais.
A relação de Luiz Felipe com o setor começou muito cedo. Filho do fundador da Ita Seguros, aos 14 anos já ajudava na empresa, quando as apólices ainda chegavam fisicamente pelo correio e uma de suas primeiras tarefas era justamente entregar a documentação aos clientes.
De lá para cá, percorreu praticamente todas as áreas da empresa: administrativo, operacional, atendimento, processos, vendas e gestão. A experiência, construída ao longo de 16 anos de atuação profissional, tornou-se uma espécie de formação prática para compreender o negócio por inteiro. “Eu participei de todas as etapas, todas as funções da empresa. Essa vivência fez bastante diferença para mim”, conta.
Essa trajetória também acompanhou a expansão da Ita Seguros. Há cerca de dois anos e meio, a empresa ampliou sua presença física em Lucas do Rio Verde, embora sua carteira já alcançasse clientes de diferentes regiões. Hoje, são clientes em mais de 150 cidades e em mais de 14 estados brasileiros.
Seguro como solução, não como produto
No mercado de seguros, Luiz Felipe identifica um espaço importante para uma abordagem que considera essencial: a consultoria. Para ele, o cliente não deve simplesmente receber uma apólice, mas compreender exatamente aquilo que está contratando, quais são suas coberturas, limites, direitos e responsabilidades. “Seguro não pode ser visto como um produto. O seguro é um contrato. O nosso principal papel é traduzir o ‘segurês’, que é a língua que a seguradora fala, para o português”, explica.
É nessa tradução que está, segundo ele, um dos principais diferenciais da Ita Seguros. Em vez de trabalhar com uma solução padronizada, a empresa procura entender a realidade de cada cliente e, a partir dela, buscar alternativas entre as seguradoras com as quais mantém relacionamento. “Às vezes, o que o cliente quer não é o que vai atender da melhor forma. A gente não vende marca, vende solução”, resume.
A atuação da empresa contempla diferentes necessidades relacionadas à proteção patrimonial. No BNI Hangar, porém, essa atuação está claramente delimitada pela cadeira ocupada: seguros patrimoniais, segmento que abrange bens e estruturas como residências, empresas, veículos, caminhões, máquinas, equipamentos, aeronaves e outros patrimônios. O atendimento também encontra forte espaço entre empresas, que normalmente concentram diferentes ativos e, consequentemente, diferentes exposições a riscos.

Um acelerador de relacionamentos
Luiz Felipe é membro do BNI Hangar desde a sua fundação. Conhecia a metodologia por meio de contatos de outros grupos, e quando soube da formação do grupo em Lucas do Rio Verde, decidiu participar desde o início das reuniões oficiais.
A escolha tem relação direta com uma característica do próprio mercado em que atua: relacionamento. “Você dificilmente fecha um seguro com alguém que não conhece. Geralmente, você busca relacionamento e confiança, porque está contratando alguma coisa intangível e espera que, no momento em que precisar, aquilo funcione”, explica.
Para ele, o BNI potencializa uma dinâmica que já fazia parte da rotina da Ita Seguros.
Se o relacionamento é fundamental para conquistar a confiança de um cliente, estar em uma rede formada por dezenas de empresários amplia significativamente o alcance dessa conexão. “O BNI é um atalho e uma lupa que você coloca nisso. Você tem mais de 60 pessoas conhecendo o teu produto e, dessas mais de 60, você ramifica para quantos possíveis contatos?”, observa.

A diferença está também na força da indicação. Uma abordagem comercial feita diretamente pode começar do zero. Uma apresentação feita por alguém conhecido e respeitado dentro de uma empresa já chega acompanhada de uma referência.
Para Luiz Felipe, esse processo transformou o BNI em um verdadeiro acelerador da atuação da Ita Seguros em Lucas do Rio Verde. “Para nós, o BNI foi um ambiente acelerador de negócios, onde acelerou o nosso crescimento aqui em Lucas”, afirma.
Crescer para atender as conexões
O resultado dessa dinâmica já produz reflexos na estrutura da empresa. Com o aumento das demandas originadas pelos relacionamentos construídos no BNI, a Ita Seguros prepara a ampliação de sua equipe. A decisão revela outro princípio importante dentro da metodologia do grupo: não basta receber referências; é preciso ter capacidade para atender bem quem chega por meio delas.
Luiz Felipe explica que a própria entrada de profissionais no BNI considera esse aspecto. Mais do que representar determinado segmento, é necessário que o empresário tenha estrutura e capacidade de crescimento para transformar as oportunidades em atendimento de qualidade.
Essa lógica cria um ciclo: relacionamento gera referência; referência gera oportunidade; oportunidade exige estrutura; e estrutura permite que novos negócios sejam construídos. É uma dinâmica que combina perfeitamente com a filosofia da Ita Seguros. Porque, no fim, tanto para a empresa quanto para o BNI Hangar, negócios sustentáveis começam da mesma maneira: conhecendo pessoas, entendendo necessidades e construindo confiança. E, quando confiança se transforma em conexão, a conexão pode abrir portas para novos negócios.
Texto: Celso Nery





Comentários