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Agrícola Lucas destaque no segmento de sementes e cereais do Oscar do Varejo





Há 16 anos o mercado de grãos de Lucas do Rio Verde e região passou a contar com opções de culturas alternativas através da Agrícola Lucas. Ao longo deste período, a empresa foi fazendo parcerias com os produtores locais e regionais e fornecendo os produtos para todo o Brasil e diversos países do mundo.



O resultado deste trabalho também foi reconhecido no Oscar do Varejo 2023 promovido pela CDL de Lucas do Rio Verde, onde a empresa ganhou no segmento de sementes e cereais.



O sócio administrador da empresa, Sílvio Gobbi, avalia que o reconhecimento público do trabalho desenvolvido é importante para a empresa, pois vai de encontro à proposta apresentada há 16 anos de ajudar a fortalecer o agronegócio, trazendo novas culturas, com mais alternativas para o produtor rural. Essas culturas (milho pipoca, gergelim, feijão mungo verde, feijão azuki, feijão caupi, chia) têm colocado Lucas do Rio Verde no cenário de exportação no país, além de abastecer o mercado interno. “Elas acabam trazendo um benefício para a agricultura, que é a rotação de culturas. Quando realiza a rotação de culturas, o produtor elimina doenças que ficam no solo, enriquecendo a terra. Sem contar que essas culturas tem valor agregado, garantindo uma maior rentabilidade ao produtor.


Esse trabalho ajuda a fortalecer os agricultores e a cidade de Lucas do Rio verde, cuja base econômica é a agricultura, e acaba trazendo essa riqueza toda para o município”, pontuou.

Conforme Gobbi, 2023 tem sido um ano positivo para a empresa e a previsão é que o próximo ano siga no mesmo ritmo, gerando oportunidades e vantagens aos produtores que vêm avançando na produção de culturas alternativas. “A procura e o reconhecimento do nosso trabalho aumentou muito devido o que aconteceu com os valores de soja e de milho. As culturas alternativas praticamente não baixaram de preço. Para esse ano que vem, 2024, nós estamos com os contratos das áreas praticamente todos fechados. O produtor analisa o “custo x benefício” e todos querem plantar essas culturas alternativas, que vão deixar uma margem muito significativa, principalmente num ano em que produtos tradicionais estão com cotação bem baixa de preço”, destacou o empresário.



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